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História

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Eu Dei pra um Estranho na Frente do meu Namorado

Mano, eu nem sei por onde começar. Cheguei em casa agora e precisava botar pra fora o que eu fiz. É uma parada muito íntima, não dava pra contar pra nenhuma amiga, sabe?

Então, o seguinte: eu e meu namorado sempre gostamos de ir pra praia à noite pra fazer amor. Sei que não é certo, mas a gente sempre se esconde o máximo possível. Nessas aventuras, óbvio que já apareceu gente olhando a gente, tipo, admirando enquanto o meu namorado me come em público (o que me deixa com muito tesão). Mas normalmente eles só olham e vazam, o que não foi o caso de hoje.

A gente chegou lá por umas 22h e pouco, e como sempre, a gente levou umas bebidas. Tinha só uns pingados de gente: um cara aleatório andando de bike e um grupo de amigos.

Andamos pela praia e depois de passarmos um tempo naquela provocação pesada, eu não aguentei mais e me ajoelhei, abrindo o short dele com uma urgência que quase rasgou o tecido. Comecei a chupar o meu namorado com vontade, sentindo o pau dele latejar contra a minha garganta. Eu estava obcecada por aquele movimento, focada no deslizar da minha boca e no gosto salgado do caralho dele, subindo e descendo enquanto minhas mãos apertavam as coxas dele. Eu estava tão perdida naquele transe, sentindo o cheiro de sexo e o calor da pele dele, que o resto do mundo tinha simplesmente sumido.

Até que um vulto se moveu.

Parei por um segundo, com o pau dele ainda preenchendo minha boca, e olhei de relance. A poucos metros, um cara nos encarava sem nenhuma vergonha. Ele já estava com o pau de fora, a mão subindo e descendo rápido, batendo uma enquanto devorava a cena da minha boca chupando meu namorado. Ver aquele estranho se masturbando para mim, para o meu biquini, naquela tara escancarada, me deu um choque de tesão tão violento que senti minha buceta encharcar na hora.

Em vez de parar ou me cobrir, a safadeza falou mais alto. Olhei para o meu namorado, com o batom provavelmente todo borrado e o olhar vidrado, e sussurrei bem baixo:

— AMOR, olha ali... tem um cara batendo uma pra gente. Ele tá vendo tudo.

E não esperava esse reação dele, nem se abalou! Ele jogou a cabeça para trás, deu uma risada rouca e curta, e me puxou pelo cabelo, forçando minha boca de volta contra o pau dele com mais força.

— Não para, porra. Deixa o cara se divertir vendo como você chupa bem.

Senti um estalo de malícia com o comando dele. "Ah, é? Tá bom então", provoquei, a voz saindo abafada porque eu mal conseguia tirar os olhos do pau dele. Num movimento calculado, eu empinei a bunda bem na direção do estranho, arqueando as costas para que ele tivesse o ângulo perfeito do meu rabo, enquanto eu voltava a enfiar o pau do meu namorado o mais fundo que conseguia na garganta. O tesão subia como uma onda quente, me deixando tonta. Iria fazer ele se arrepender de ter dito isso, e queria deixa-lo com ciumes também.

Meu namorado percebeu meu exibicionismo e não perdeu tempo. "Sua safada do caralho... por que não mostra tudo de uma vez?", ele rosnou. Antes que eu pudesse responder, senti a mão pesada dele agarrar a lateral do meu biquíni e puxar o tecido com força, arrancando a tira da minha pele e deixando minha buceta totalmente exposta, escancarada para o cara ver. Meu clitóris latejou na hora; a sensação do vento da praia batendo na minha bunda nua enquanto eu chupava meu namorado foi o gatilho pro meu tesão explodir. Meu rosto ficando rosto ficando vermelho de estar exposta assim.

Eu estava ali, entregue, babando no pau do meu namorado, quando o impensável aconteceu. Sem aviso, senti algo quente, úmido e liso invadir a fenda da minha bunda. Um calafrio violento percorreu minha espinha, me fazendo travar a mandíbula no pau dele, arquear minha bunda ainda mais. Olhei por cima do ombro, com os olhos arregalados, e a cena era surreal: o meu namorado estava segurando minhas duas nádegas com força, cravando as unhas na minha pele com delicadeza e abrindo o meu rabo com as mãos para que o estranho pudesse lamber.

O cara não perdeu a chance. Ele enfiou a língua com tudo na minha buceta, explorando cada parte dela, cada detalhe, direto no meu rabo. Eu soltei um gemido abafado, um som de prazer enorme que eu nem sabia que era capaz de fazer, ecoando contra o pau do meu namorado, que agora estava mais rígido, pulsando. Eu sempre curti anal, mas aquilo era diferente. Ter a língua de um desconhecido me devorando por trás, em plena praia, enquanto meu namorado me segurava aberta e me chamava de puta, era a coisa mais deliciosamente suja que eu já tinha sentido.

Minha bunda já estava toda babada, brilhando sob o luar com a saliva daquele estranho. Foi quando os dois resolveram me tomar de vez. Senti uma invasão dupla que quase me fez perder os sentidos: o dedo do meu namorado mergulhou fundo no meu cu, enquanto o cara enfiava os dedos na minha buceta encharcada. Eu comecei a me contorcer freneticamente, sentindo o atrito bruto, a pressão e aquela umidade quente me preenchendo nos dois buracos ao mesmo tempo. Era estímulo demais; eu não sabia se gemia ou se tentava respirar.

Sentindo que meu corpo estava no limite, a safadeza falou mais alto que a razão. Olhei para o cara e soltei o comando: "Me come por favor!". Ele não hesitou. Senti o pau dele se libertando e, logo em seguida, senti a pressão da cabeça batendo na entrada do meu cu.

Puta que pariu, como doeu. Foi um rasgo, um choque de realidade que me fez travar. Eu parei de chupar o meu namorado na hora, arqueando o corpo e enterrando as unhas na areia enquanto tentava processar aquela dor deliciosa. O cara agarrou minhas nádegas com as mãos pesadas, as pontas dos dedos afundando na minha pele, e continuou empurrando sem dó. Quando senti que a cabeça do pau finalmente tinha entrado toda, supliquei: "Para... fica parado um pouco... deixa eu acostumar".

Mas ele não estava nem aí para o meu tempo. Com um rosnado, ele enterrou o resto do pau de uma vez, me preenchendo por completo. Eu gozei no mesmo milésimo de segundo. Foi um orgasmo violento, sem aviso, uma onda de prazer que explodiu de dentro para fora e me deixou mole, com os sentidos totalmente nublados.

Enquanto o estranho me detonava por trás com estocadas rápidas e secas, o meu namorado aproveitou o meu estado. E se ajoelhou na minha frente e começou a bater o pau pulsando na minha cara, de um lado para o outro. O calor do corpo dele e a pressão do caralho batendo na minha bochecha e no meu nariz me deixavam ainda mais perdida. Eu já não tinha forças para nada, só conseguia sentir o impacto do corpo do cara contra o meu rabo.

Ele acelerou o ritmo, o som da carne batendo uma na outra ecoando na praia deserta. Na hora que ele chegou no limite, ele nem avisou. Senti o pau dele dar três solavancos violentos dentro de mim e, logo em seguida, a explosão do gozo quente inundando o meu rabo. Foi uma sensação absurda de preenchimento. Quando ele finalmente se retirou, senti o líquido morno e pegajoso começar a escorrer, descendo pelas minhas pernas e manchando a areia, me deixando ali, jogada e completamente usada por eles.

Assim que o estranho gozou e saiu de dentro de mim, meu corpo simplesmente desistiu. Caí de joelhos na areia, minhas pernas tremendo tanto que pareciam gelatina, o corpo completamente mole e entregue. Enquanto o estranho ainda me dava um último carinho possessivo no ombro, o Meu namorado me pegou no colo com uma força que me fez sentir pequena. Ele me deitou na areia úmida e, sem dizer uma palavra, abriu minhas pernas com brutalidade, mergulhando a língua na minha buceta com uma fome absurda.

Senti o calor do corpo dele por cima do meu e, logo em seguida, o pau dele entrou com tudo. A sensação foi surreal: o pau do meu namorado deslizando para dentro de mim misturado com o gozo quente do outro cara que ainda escorria lá de dentro. Ele começou a meter com vontade, num ritmo que começou lento, quase saboreando a minha humilhação, e depois ficou agressivo, forte. Ele me fodia com a marca do outro ainda pulsando no meu rabo, e parecia que ele sentia o cheiro do outro em mim, o que o deixava ainda mais louca.

Depois de algumas estocadas fortes, ele travou o corpo e gozou tudo dentro da minha buceta, rosnando no meu ouvido: "Minha putinha... só minha, te amo". O prazer foi tão intenso que eu mal conseguia abrir os olhos. Mas ele não parou ali. Logo em seguida, ele se abaixou e me limpou com a boca, chupando cada gota de gozo — o dele e o do estranho — direto da minha pele, como se quisesse apagar os rastros do que tinha acontecido.

Ele me deu a camisa dele para eu me limpar minimamente e fomos embora. O meu namorado ainda teve o sangue-frio de parar e cumprimentar o cara; não sei o que disseram, mas o aperto de mão selou aquele pacto silencioso. Na volta, o cansaço me atropelou. Eu estava tão detonada, tão vazia e preenchida ao mesmo tempo, que apaguei no ônibus. Quando acordei, grogue, sussurrei que o amava. Ele retribuiu as minhas palavras e me deu um beijo, com um olhar que dizia que o nosso segredo estava guardado.

Agora, de banho tomado, o choque finalmente bateu. Sinto minha bunda ardendo a cada movimento, o tecido do biquíni marcado na pele e uma sensibilidade absurda lá embaixo. Olho no espelho e mal reconheço a garota comportada de ontem. Foi surreal, sujo e perigoso. Amanhã, quando a adrenalina baixar de vez, vou ter que encarar o meu namorado e falar sobre o que a gente fez... e sobre o quanto eu quero repetir.

Fim da história

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