O sol filtrava-se pela copa de carvalhos e bordos ancestrais, projetando padrões de luz e sombra na trilha sinuosa como os dedos provocantes de um amante. Era um daqueles dias perfeitos do início do outono nas Adirondacks, com o ar fresco impregnado pelo aroma de pinho e folhas secas, o tipo de clima que fazia a gente se sentir plenamente viva. Minha esposa, Michelle, e eu estávamos casados há oito anos, mas momentos assim me lembravam de por que nunca havíamos caído na rotina. Ela tinha 32 anos, uma pele morena beijada pelo sol, curvas que imploravam para ser tocadas e longos cabelos escuros e ondulados que caíam por suas costas como uma cachoeira meia-noite. Sua risada era contagiante, um som grave e rouco que sempre enviava um arrepio direto para o meu âmago. Eu tinha 35 anos, em boa forma devido aos anos de aventuras de fim de semana como aquela caminhada, com uma barba que ela adorava puxar e mãos que conheciam cada centímetro do seu corpo.
Tínhamos estacionado na entrada da trilha logo após o amanhecer, armados com garrafas de água, um piquenique e aquela faísca silenciosa que vinha se acumulando desde que pulamos da cama de manhã. Michelle usava sua roupa de trilha favorita: leggings pretas coladas que abraçavam suas pernas e bumbum torneados como uma segunda pele, um top cropped que revelava uma faixa de seu abdômen definido, e botas resistentes que estalavam de forma satisfatória contra o cascalho. Sem sutiã, seus seios fartos balançavam suavemente a cada passo, com os mamilos às vezes se destacando contra o tecido fino quando uma brisa leve passava. Eu não conseguia parar de espiar, sentindo meu pau pulsar nos shorts cargo cada vez que ela se curvava para amarrar os cadarços ou esticava os braços para cima.
— Peguei você olhando de novo, tarado — ela provocou, batendo seu quadril contra o meu enquanto subíamos uma leve elevação. Seus olhos verdes brilhavam de travessura, e ela estendeu a mão para trás para dar um tapa brincalhão na minha bunda, deixando os dedos ali o tempo suficiente para me fazer gemer baixinho.
— Culpado como acusado — respondi de imediato, puxando-a para perto para um beijo rápido e profundo. Nossas línguas dançaram brevemente, com o gosto do café que tínhamos compartilhado no carro. — Como posso não olhar? Você está com aquele brilho pós-sexo, e não caminhamos nem um quilômetro.
Ela se afastou com um sorriso, deslizando a mão pelo meu peito até roçar no volume crescente nos meus shorts. — Mmm, fale por você. Aquele rapidinho no chuveiro mal deu para o gasto. Continue caminhando assim e eu posso ter que arrastar você para fora da trilha para o segundo round.
O jogo de sedução tinha começado no carro, com o pé dela subindo pela minha coxa enquanto eu dirigia, sussurrando promessas safadas sobre o que faria comigo sob as estrelas esta noite. Agora, na trilha, a tensão aumentava a cada passo. Parávamos em troncos caídos para "descansar", o que na verdade significava ela sentar no meu colo, rebolando devagar contra mim enquanto fingíamos checar o mapa. O perfume dela, sabonete líquido de jasmim misturado com o toque do seu tesão, me enlouquecia. Eu enfiava a mão sob o top dela, acariciando seu mamilo rígido até ela ofegar, deixando a cabeça cair para trás no meu ombro.
— Provocadora — sussurrei em seu ouvido, mordiscando o lóbulo. — Você vai me fazer caminhar com o pau completamente duro.
— Ótimo — ela ronronou, arqueando-se contra o meu toque. — Gosto de você desesperado. Torna a recompensa mais gostosa.
Rimos, sem fôlego, e seguimos em frente. A trilha se estreitava, serpenteando por samambaias e pedras cobertas de musgo, com o som distante de um riacho servindo de trilha sonora. Michelle correu um pouco à frente em determinado momento, rebolando de forma hipnótica, e eu não resisti: avancei e a peguei por trás em um abraço apertado. Ela gritou de alegria, girando em meus braços até que ambos caímos em uma cama macia de folhas de pinheiro, rolando em um emaranhado de pernas e braços. Eu a prendi suavemente, cobrindo seu corpo com o meu, com nossos rostos a centímetros de distância.
— Peguei você — rosnei, beijando seu pescoço, chupando de leve o ponto sensível logo abaixo do maxilar.
Ela envolveu minha cintura com as pernas, puxando-me para baixo para que minha ereção pressionasse firmemente contra a sua intimidade através das roupas. — Mmm, e o que você vai fazer a respeito, grandão? Vai me amarrar com os cadarços das suas botas e fazer o que quiser comigo?
A imagem passou pela minha mente, os pulsos dela amarrados, o corpo se contorcendo sob o meu, e eu empurrei meu quadril contra o dela uma vez, forte o suficiente para fazê-la gemer. — Tentador. Mas perderíamos a vista do mirante.
Ela fez um biquinho brincalhão, mas seus olhos estavam escuros de puro desejo. — Tudo bem. Mas você me deve uma. Esta noite, na barraca, sem limites.
— Fechado.
Nós nos separamos com relutância, sacudindo a sujeira das roupas, mas o calor permaneceu. Cada toque de sua mão na minha, cada olhar compartilhado, parecia elétrico. Quando completamos três quilômetros de caminhada, meus shorts estavam desconfortavelmente armados, e eu conseguia ver a leve marca úmida na legging dela onde ela havia se esfregado contra mim antes. O ar entre nós vibrava de antecipação, com nossa conversa ficando cada vez mais safada: ela brincando sobre me chupar atrás de uma árvore, eu ameaçando virá-la de costas em uma rocha e fodê-la até que ela gritasse.
A trilha desceu para uma clareira sombreada, onde o riacho se alargava em uma piscina natural rasa cercada por grandes placas de granito liso. A luz do sol atravessava as folhas em raios dourados, transformando a água em uma fita cintilante. Estávamos prestes a virar à esquerda em direção ao mirante quando um som nos fez parar, um suspiro rítmico e inconfundível ecoando das rochas à frente. A mão de Michelle apertou a minha, com os olhos arregalados. Avançamos silenciosamente, a curiosidade superando a cautela, espiando por trás de um aglomerado de pedras.
Ali, em uma rocha aquecida pelo sol com vista para a piscina, estava outro casal entregue ao calor do momento. Pareciam estar no final dos 20 anos, em forma e aventureiros como nós, trilheiros, a julgar pelas mochilas e botas espalhadas por perto. A mulher era deslumbrante: esguia e atlética, com cabelos loiros queimados de sol presos em um rabo de cavalo bagunçado, o top esportivo empurrado para cima para expor seios firmes que balançavam a cada movimento. Ela cavalgava o homem, que estava recostado em sua mochila, com a calça cargo empurrada até as coxas. Ele tinha ombros largos, era bronzeado, com pelos no peito e um pau grosso e venoso, facilmente de uns dezoito centímetros, que ela cavalgava sem pudor.
Os quadris dela giravam em círculos lentos e deliberados, para depois descerem com força, engolindo-o até a base. — Porra, sim... bem assim — ela gemia, com a voz rouca e despudorada. Ele segurava as coxas dela, os polegares afundando na pele, impulsionando o quadril para encontrá-la. O som molhado dos corpos se chocando misturava-se ao murmúrio do riacho, e o cheiro de sexo, forte e primitivo, flutuava até nós com a brisa.
A respiração de Michelle travou ao meu lado, as unhas cravando no meu braço. Olhei para ela; suas bochechas estavam coradas, os lábios entreabertos, e pude ver suas coxas se pressionando instintivamente. Meu próprio pau pulmava dolorosamente, esticando o zíper. Deveríamos ter recuado, dado privacidade a eles, mas não o fizemos. Assistimos, hipnotizados, enquanto ela se inclinava para frente, os seios roçando no peito dele, capturando sua boca em um beijo sôfrego. Ele interrompeu o beijo para chupar o mamilo dela, arrancando um gemido agudo de seus lábios. — Mais forte, amor... me faz gozar todinha em você.
Ele obedeceu, deslizando uma das mãos entre eles para massagear o clitóris dela em círculos rápidos enquanto ela cavalgava ainda mais rápido. A cabeça dela jogou-se para trás, o rabo de cavalo balançando, e ela gozou com um gemido trêmulo, o corpo entrando em convulsão e as paredes internas apertando visivelmente o membro dele enquanto se pressionava para baixo. Ele gemeu, o quadril dando golpes espasmódicos, mas segurou o ápice, virando-a de costas em um movimento fluido. Agora ele estava por cima, estocando com movimentos longos e profundos, com as pernas dela apoiadas nos ombros dele. O ângulo nos permitia ver tudo: a intimidade molhada e aberta ao redor dele, as bolas dele batendo contra a bunda dela, a forma como os dedos dela arranhavam suas costas.
— Meu Deus, que tesão — Michelle sussurrou, a voz quase inaudível, mas senti sua mão rastejar até a minha virilha, apertando meu pau por cima do short. Assenti, engolindo em seco, minha mão livre imitando a dela, deslizando sob o cós de sua legging para encontrá-la completamente encharcada, com o clitóris inchado e implorando por atenção.
Estávamos assistindo há apenas um minuto, talvez dois, quando o homem parou no meio de uma estocada, virando a cabeça abruptamente em direção ao nosso esconderijo. A mulher seguiu o olhar dele, os olhos azuis travando nos nossos sem o menor sinal de constrangimento. Em vez disso, um sorriso lento e malicioso espalhou-se pelo seu rosto. — Ora, olá — ela chamou, apoiando-se nos cotovelos. Seus seios subiam e desciam com a respiração arfante, os mamilos ainda brilhando por causa da saliva dele. — Gostando do show?
O homem deu uma risada abafada, sem se retirar; em vez disso, deu uma estocada lenta que a fez ofegar. — Não sejam tímidos, pessoal. A trilha é grande o suficiente para todos nós.
A mão de Michelle congelou no meu pau, mas senti seu pulso acelerado sob meus dedos. Minha mente girava: choque, excitação, o frisson do proibido. Mas Michelle, sempre a mais ousada, deu o primeiro passo para fora do esconderijo, puxando-me consigo. — Nós... não queríamos espiar — disse ela, embora sua voz estivesse densa de desejo, os olhos fixos com fome nos corpos unidos. — Mas caramba, vocês dois tornam difícil desviar o olhar.
A mulher riu, um som sensual, enquanto o homem finalmente se retirava, o pau saltando livre, molhado e reluzente, balançando pesadamente. — Sou a Lara — disse ela, sentando-se completamente, sem se preocupar em se cobrir. O sêmen e os fluidos dela, cremosos e abundantes, escorriam por sua coxa. — Este é o Jax. E vocês são?
— Michelle — respondeu minha esposa, esbanjando audácia, dando um passo à frente. Eu a segui, apresentando-me com um aceno de cabeça, com a minha ereção impossível de esconder.
Jax me avaliou com o olhar, detendo-se na tenda armada nos meus shorts. — Trilheiros como nós, hein? Nada como a natureza para fazer o sangue bombear — ele deu uma rasteirada de leve no próprio pau, casualmente, espalhando os fluidos dela ao longo do comprimento. — Vocês dois parecem estar acumulando bastante tensão também.
Os olhos de Lara brilharam. — Por que apenas assistir quando podemos brincar? Sem amarras, apenas diversão. O que acham, querem se juntar a nós? Michelle, você e eu poderíamos... supervisionar — ela piscou, e a risada de Michelle foi curta, excitada.
Olhei para Michelle, procurando qualquer hesitação. Seus olhos verdes encontraram os meus, escuros de desejo, e ela assentiu, mordendo o lábio. — Só se estiver tudo bem para você, amor. Mas, porra, eu quero muito ver isso.
Com o coração acelerado, concordei. Nós quatro nos acomodamos no granito aquecido, com Lara e Michelle sentadas lado a lado em uma placa de pedra mais baixa, com as pernas balançando, enquanto Jax e eu ficamos de pé diante delas, com o riacho murmurando indiferente ao fundo. As duas trocaram um sorriso cúmplice, e Lara inclinou-se para Michelle, os ombros se tocando. — Vamos fazer isso ser inesquecível para eles, sim?
Michelle assentiu, a mão já deslizando para dentro da legging. — Ah, com certeza.
Jax e eu nos enfrentamos, o ar eletrizante. Em termos físicos, ele era alguns centímetros mais alto e mais musculoso, mas não havia intimidação entre nós, apenas uma fome mútua e crua. Ambos já tínhamos tirado as camisas, os peitos arfando. — Nunca fiz isso antes — admiti, com a voz rouca, enquanto desafivelava o cinto.
— Nem eu — disse Jax, dando um passo à frente, estendendo a mão para acariciar meus peitorais. Seu toque era firme, exploratório, enviando choques direto para a minha virilha. — Mas, caramba, você parece mais do que pronto.
As vozes de nossas esposas ecoaram como um coro de sereias. — Beije ele — ordenou Lara, os dedos trabalhando em círculos sobre o próprio clitóris, agora visível já que ela havia tirado o short. Michelle fez o mesmo, com a legging acumulada nos tornozelos, as pernas abertas sem pudor. Ela estava encharcada, os dedos entrando e saindo com sons molhados que me deram água na boca.
Inclinei-me, e Jax veio ao meu encontro. Nossos lábios se chocaram timidamente no início, as barbas se roçando, as respirações se misturando, e depois o beijo se aprofundou à medida que a curiosidade dava lugar à necessidade. A língua dele era quente, insistente, com gosto de sal e de selvageria. Gemei contra a boca dele, minhas mãos encontrando seus quadris, puxando-o para mais perto até nossos paus se tocarem. O contato foi elétrico, aço aveludado contra aço, e ambos soltamos um suspiro sibilante.
— Isso, assim — incentivou Michelle, com a voz rouca enquanto enfiava dois dedos dentro de si, com o polegar no clitóris. — Sinta o gosto dele, amor. Mostre a ele como você é bom com essa boca.
Lara gemeu em concordância, a mão livre estendendo-se para dar um leve puxão no mamilo de Michelle. — Esfreguem-se um no outro, meninos. Deixem-nos ver esses paus se roçando.
Encorajado, quebrei o beijo, caindo de joelhos na pedra aquecida pelo sol. O pau de Jax estava bem ali, grosso, ligeiramente curvado para cima, a glande avermelhada e vertendo lubrificação natural. Ele não era circuncidado, e o prepúcio deslizou facilmente sob o meu aperto. Experimentando o momento, lambi a ponta, salgada e doce, e ele deu um solavanco, enfiando os dedos nos meus cabelos.
— Porra, sim — gemeu Jax. — Chupa.
Michelle lamuriou-se, sua masturbação agora frenética, três dedos enfiados até os nós, a outra mão apertando o próprio mamilo. — Vai, meu amor. Engula tudo. Imagine que sou eu assistindo você adorar esse pau grande.
As instruções de Lara vinham arfantes, entremeadas por seus próprios suspiros. — Segure as bolas dele, isso, assim. Agora, Jax, sua vez. Fique de joelhos e retribua o favor. Faça ele implorar.
Mudamos de posição perfeitamente, o incentivo das esposas agindo como uma droga em nossas veias. Jax ajoelhou-se, suas mãos fortes puxando meus shorts completamente para baixo, libertando meu pau de dezesseis centímetros, duro como pedra e latejante. Ele não hesitou, engolindo-me em um calor molhado. A boca dele era uma revelação, mais profunda do que eu esperava, a garganta relaxando para me receber até a raiz. Dei uma estocada involuntária, com as mãos em seus cabelos curtos, e ele cantarolou ao redor do meu membro, enviando vibrações que pareciam faíscas atrás dos meus olhos.
— Meu Deus, sim — gritou Michelle, o corpo se arqueando enquanto ela buscava o ápice, os dedos brilhantes e escorregadios. Lara a imitava, as duas se masturbando em sincronia agora, as coxas tremendo, os seios balançavam a cada investida. — Foda o rosto dele, Jax. Engasgue nesse pau, mostre ao meu marido o quão puta você pode ser.
As palavras delas nos incendiaram. Jax se afastou com um estalo úmido, masturbando-me com firmeza enquanto se levantava, nossos paus se alinhando novamente. — Masturbem-se um ao outro — ordenou Lara, a voz falhando em um gemido. — Devagar no início, provoquem roçando as pontas.
Obedecemos, as mãos envolvendo os membros um do outro, a minha no dele, a dele no meu, estimulando em tandem. O líquido seminal facilitava o deslize, nossas pegadas girando nos movimentos ascendentes, os polegares roçando nas glândulas. A fricção era enlouquecedora, a pele deslizando, as cabeças se chocando a cada movimento. Eu conseguia sentir o pulso dele combinando com o meu, rápido e insistentemente.
— Olhe para eles — Michelle arquejou para Lara, sua mão livre agora entre as pernas de Lara, os dedos unindo-se aos da loira em um ritmo compartilhado. — Gostosos demais, porra. Mais rápido, meninos, façam esses paus chorarem por nós.
Aceleramos o ritmo, gemidos escapando à medida que o prazer se acumulava intensamente. Jax inclinou-se, capturando minha boca novamente, nosso beijo sôfrego e desesperado enquanto nos masturbávamos mutuamente com força. Os gemidos das esposas chegaram a um crescendo, o de Michelle primeiro, o corpo dela tremendo inteiramente enquanto gozava com um grito agudo, espirrando levemente na rocha, com os dedos encharcados. Lara veio segundos depois, esfregando-se contra a mão de Michelle, com gritos agudos e selvagens.
— Vou gozar — avisei, mas Jax apenas me masturbou com mais força, o polegar pressionando meu freio.
— Goza para nós — ordenou Michelle, ainda tremendo por causa do orgasmo, com os olhos fixos nos meus. — Jorre tudo no pau dele, marque ele.
Explodi com um rugido, jatos grossos de esperma salpicando o membro de Jax, cobrindo seu comprimento, escorrendo em fios pesados por suas bolas e caindo no granito aquecido abaixo de nós. Jax ordenhou até o meu último espasmo, e então descarregou segundos depois, seu próprio gozo irrompendo em jatos quentes e fortes sobre o meu abdômen e peito, misturando-se ao meu em poças brancas e viscosas.
Desabamos um contra o outro, arfando, exaustos, os paus ainda contraindo-se nos espasmos finais. As esposas aplaudiram suavemente, as risadas misturando-se a suspiros de satisfação.
But Michelle não tinha terminado. Ela escorregou da rocha, os olhos brilhantes com uma intenção maliciosa, e ajoelhou-se entre nós. — Olha só que bagunça — sussurrou ela, passando o dedo pelo sêmen misturado no meu abdômen e depois no pau de Jax que começava a amolecer. — Uma bagunça linda. E acho que devemos limpar isso direito.
Lara sorriu, deslizando para o lado dela. — Concordo. Meninos, fiquem exatamente aí.
Michelle inclinou-se primeiro, a ponta da língua saindo para lamber a faixa espessa de sêmen na minha barriga, o nosso gozo misturado, salgado e quente. Ela gemeu baixinho com o gosto, descendo em seguida para lamber ao longo do pau de Jax onde meu sêmen o havia pintado. Ela não teve pressa, girando a língua ao redor da glande, recolhendo cada gota, e depois chupando suavemente para extrair os últimos vestígios que ainda vazavam da uretra. Jax sibilou, supersensível, mas não se afastou.
Lara fez o mesmo comigo, a língua traçando o caminho do sêmen no meu peito, descendo depois para limpar meu pau exausto com lamberes lentos e deliberados. A sensação era quase excessiva, um calor suave e úmido após tanta intensidade, e eu gemi, os dedos se entrelaçando no rabo de cavalo loiro dela.
As esposas se encontraram no meio, beijando-se profundamente sobre os nossos membros que amoleciam, compartilhando o gosto de nós dois. Com o sêmen lambuzando seus lábios, elas o passavam de uma para a outra em um beijo safado de boca aberta, gemendo uma na boca da outra. Quando finalmente se separaram, fios de saliva e sêmen conectaram suas línguas por um breve segundo antes de se romperem.
— Temos um gosto ótimo juntos, não temos? — ela ronronou, rastejando para cima para me beijar. Senti o gosto de sal, almíscar e a leve doçura que era exclusivamente dela, misturada com tudo o que tínhamos acabado de fazer. Gemei na boca dela, puxando-a para perto.
Lara fez o mesmo com Jax, e então nós quatro desabamos em um emaranhado preguiçoso na rocha aquecida, respirando pesadamente, com os corpos viscosos de suor e vestígios de prazer.
— Isso foi... incrível — sussurrou Lara, traçando círculos preguiçosos na coxa de Michelle.
— A melhor trilha de todas — Michelle sorriu, aninhando-se no meu pescoço.
Acabamos nos limpando com a água do riacho e lenços umedecidos das mochilas deles, nos vestindo com toques prolongados e promessas de trocar números, talvez para uma próxima "aventura na trilha". Quando nos separamos, a mão de Michelle na minha parecia elétrica novamente, os dedos ainda levemente pegajosos. O mirante esperava, mas a verdadeira vista estivera bem ali, na clareira dos nossos desejos. Naquela noite, na barraca, revivemos tudo, ela por cima, sussurrando incentivos como nossos novos amigos, e depois me alimentando com o gosto de seus dedos que ainda carregavam os ecos da tarde. Algumas trilhas, pelo visto, levavam a caminhos que nunca havíamos sonhado, e mal podíamos esperar para explorá-los novamente.
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