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História

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Transei com um Cara no Meio do Bloco de Carnaval e ainda tô Tremendo

Oi gente, desabafo urgente porque meu corpo ainda tá reagindo e eu preciso botar isso pra fora antes que eu surte.

Tenho 21 anos e vim passar o carnaval na capital com umas amigas. A gente caiu num bloco gigante hoje cedo, daqueles que juntam milhares de pessoas: som alto pra caralho, glitter voando, cerveja quente e suor misturado com tudo. Eu tava com um short jeans curtinho, top cropped, peruca colorida, padrão carnaval total.

Comecei o dia mais ou menos sóbria, mas depois de três latas de cerveja e um copo de caipirinha de limão, já tava no modo "foda-se tudo". Dançando colada com as meninas, pulando, gritando. Em algum momento me separei delas pra ir no banheiro químico (fila infernal, clássico) e na volta me perdi na multidão. O bloco tava parado num trecho mais apertado, perto de uma rua lateral.

Foi aí que trombei num cara. Alto, moreno, barba rala, camisa aberta, sorriso safado. Ele segurou minha cintura pra eu não cair e falou no meu ouvido por causa do barulho:

— Desculpa, gata. Tá tudo bem?

Eu ri, respondi algo idiota tipo “tô ótima, e tu?”, e em vez de soltar, ele me puxou mais pra perto. Começamos a dancei ali mesmo, colados, rebolando devagar porque não tinha espaço pra mais nada. O som tava tocando um funk pesado, batida forte, e eu sentia o volume dele crescendo contra minha bunda. Tesão instantâneo. Eu já tava excitada desde a terceira cerveja, mas ali virou urgência.

Ele perguntou no meu ouvido:

— Quer sair daqui um pouco? Tem um beco ali atrás, mais vazio.

Nem pensei. Balancei a cabeça, peguei na mão dele e fomos abrindo caminho. Entramos numa rua transversal, tinha uns carros estacionados, lixo de carnaval espalhado no chão, mas pouca gente, a maioria tava no bloco principal. Ele me encostou numa parede de tijolo suja de grafite e me beijou forte, língua na boca, mão já dentro do meu short apertando minha bunda.

Eu tava louca. Apoiei a perna nele, ele abriu o zíper rápido e abaixou um pouco a calça. Puxei a calcinha pro lado, sem tirar inteira, com medo de perder na rua, ele me levantou um pouco pelas coxas e entrou de uma vez. Foi apertado, mas eu tava tão molhada que escorregou fácil. A sensação de ser fodida ali, com o barulho da multidão a vinte metros, música alta, gente passando na boca da rua… puta merda.

Ele metia devagar no começo, olhando nos meus olhos, falando baixo:

— Caralho, você é apertadinha… tá gostando?

Eu só gemia “sim, vai, mais forte”. Ele acelerou, batendo fundo, minhas costas raspando na parede áspera. Eu apertava as unhas nas costas dele, mordia o ombro pra não gritar alto. Teve um momento que passou um grupo de quatro ou cinco pessoas na entrada da rua, rindo e cantando, e a gente parou uns segundos, ele dentro de mim, os dois respirando pesado, esperando eles passarem. O risco me deixou ainda mais louca; gozei ali mesmo, tremendo toda, apertando ele com força. Ele veio logo depois, dentro, eu tomo pílula, mas puta que pariu, sem camisinha no calor do momento.

Depois a gente se ajeitou rápido. Ele me deu um beijo na testa, perguntou se eu tava bem, eu ri nervosa e falei “melhor carnaval da vida”. Voltamos pro bloco separados pra não chamar atenção. Encontrei as meninas uns quinze minutos depois, elas nem perceberam que eu sumi. Eu tava com as pernas moles, calcinha encharcada, glitter borrado, mas feliz pra caralho.

Voltei pro hotel agora de manhã e ainda sinto ele latejando dentro de mim quando fecho os olhos. Não trocamos número, nem nome direito, foi só tesão puro, anonimato, carnaval. Acho que nunca mais vou olhar pra uma rua lateral da mesma forma.

Alguém mais aqui já deu ou levou uma rapidinha no carnaval de rua? Conta aí, por favor, pra eu me sentir menos louca kkkkk

Desculpa o textão suado, mas precisava desabafar.

Fim da história

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